<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247</id><updated>2012-02-16T18:53:32.722-08:00</updated><title type='text'>Núcleo de Análise do Comportamento UFPR</title><subtitle type='html'>Núcleo de Análise do Comportamento
Praça Santos Andrade, 50 - 1° andar

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Popularmente, trata-se esse tipo de comportamento como sendo algo inerente a uma personalidade e, por tanto, algo impossível ou quase impossível de se mudar. No entanto, a Análise do Comportamento traz uma perspectiva diferente para tal comportamento. Essa perspectiva, fundamentada pelo Behaviorismo Radical, entende o comportamento de birra como um operante, que tem como principal aspecto sua aprendizagem por conseqüências. Assim, o comportamento de birra somente fará parte do repertório de uma criança se o ambiente dispuser de conseqüências que favoreçam a aprendizagem desse comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, os mecanismos que mantém o comportamento de birra são sociais, de forma que, por se sentirem constrangidos com o comportamento dos filhos em ambientes públicos, os pais acabam por ceder ao desejo de seus filhos, dando-lhes o que desejam. Momentaneamente, ao ceder, o comportamento de birra cessa e, por ter sido reforçado, torna-se mais provável de ocorrer novamente em uma situação semelhante.&lt;br /&gt;Feito essas observação a cerca do comportamento de birra, pergunta-se: O que fazer para acabar comesse comportamento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom... Sem dúvida, qualquer analista do comportamento indicaria um processo comportamental muito eficiente chamada de extinção operante. Essa técnica consiste em quebrar a relação contingencial de uma resposta (a birra) com uma conseqüência (a criança conseguir o que deseja), suspendendo o reforçamento. Em outras palavras, não se deve ceder à birra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que muito mais poderia ser abordado a cerca do comportamento de birra. Porém vamos nos deter a essa singela descrição.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de tudo que foi dito, aconselhamos aos pais e educadores que não utilizem indiscriminadamente tal técnica. Deve-se consultar um psicólogo para que todas as dúvidas a cerca da situação sejam sanadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-46676094977191881?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/46676094977191881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=46676094977191881' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/46676094977191881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/46676094977191881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2009/11/birra.html' title='Birra'/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SwHAW1EkN-I/AAAAAAAAAFg/_vaJEObj_JE/s72-c/birra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247.post-2364292387247092324</id><published>2009-09-28T05:08:00.000-07:00</published><updated>2009-09-28T05:14:25.092-07:00</updated><title type='text'>Amor condicional traz obediência, mas tem um custo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SsCoBrPDDDI/AAAAAAAAAFY/FpTOm-4KrYQ/s1600-h/090925obediencia.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 193px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SsCoBrPDDDI/AAAAAAAAAFY/FpTOm-4KrYQ/s400/090925obediencia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386489901074287666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Alfie Kohn&lt;br /&gt;The New York Times&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/09/25/ult4477u2089.jhtm"&gt;http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/09/25/ult4477u2089.jhtm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há mais de 50 anos, o psicólogo Carl Rogers sugeriu que simplesmente amar seus filhos não era suficiente. Temos de amá-los incondicionalmente, dizia ele - pelo que eles são, não pelo que eles fazem. Como pai, sei que essa é uma tarefa difícil, mas ela se torna ainda mais desafiadora agora que grande parte dos conselhos que recebemos corresponde exatamente ao contrário. De fato, recebemos dicas sobre a criação condicional, que vem em dois formatos: ativar a afeição quando as crianças são boas, retirar a afeição quando elas não são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim o apresentador de talk show Phil McGraw nos conta, em seu livro "Family First" (Free Press, 2004), que as coisas de que as crianças precisam ou gostam devem ser oferecidas de forma contingencial, transformadas em recompensas a serem dadas ou retiradas, para que elas "se comportem de acordo com sua vontade". Ele acrescenta que "uma das moedas mais valorizadas por uma criança é a aceitação e a aprovação dos pais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forma semelhante, Jo Frost, do seriado "Supernanny", em seu livro homônimo (Hyperion, 2005), afirma: "As melhores recompensas são atenção, elogios e amor", e isso deve ser "retirado quando a criança se comporta mal, até que ela peça desculpas" - nesse momento, o amor é novamente ativado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação condicional não se limita a pessoas autoritárias e quadradas. Algumas pessoas que gostam da ideia de espancar seus filhos escolhem disciplinar suas crianças isolando-as forçadamente, uma tática que preferimos chamar de "pausa". De modo oposto, "o reforço positivo" ensina as crianças que elas são amadas, e amáveis, apenas quando elas fazem o que nós decidimos que é "um bom trabalho".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso levanta a intrigante possibilidade de que o problema com os elogios não é que eles sejam feitos da forma errada - ou feitos muito facilmente, como insistem os conservadores sociais. Em vez disso, pode ser apenas mais um método de controle, análogo à punição. A principal mensagem de todos os tipos de criação condicional é que as crianças devem aprender a ganhar o amor dos pais. Uma regime contínuo desse, alertou Rogers, e as crianças podem acabar precisando de um terapeuta para oferecer a aceitação incondicional que eles não receberam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será que Rogers estava certo? Seria bom ter algumas evidências. Agora temos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2004, dois pesquisadores israelenses, Avi Assor e Guy Roth, se uniram a Edward L. Deci, um importante especialista americano sobre a psicologia da motivação, e perguntaram a mais de cem estudantes universitários se o amor que eles tinham recebido dos pais parecia depender de eles irem bem na escola, dedicarem-se aos esportes, mostrar consideração pelos outros ou suprimir emoções como raiva e medo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados mostram que as crianças que receberam aprovação condicional realmente tinham maior tendência a agir da forma pretendida pelos pais. Porém, a obediência teve um preço muito alto. Primeiro, essas crianças tiveram tendência a nutrir ressentimentos pelos pais. Segundo, elas disseram que a forma como elas agiam era muitas vezes relacionada a "uma forte pressão interna", não "um verdadeiro sentimento de escolha". Além disso, a felicidade delas depois de ter sucesso em algo era geralmente curta, e elas muitas vezes se sentiam culpadas ou envergonhadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num estudo comparativo, Assor e seus colegas entrevistaram mães de filhos já crescidos. Também com essa geração, a criação condicional se mostrou prejudicial. As mães que, quando crianças, sentiam ser amadas apenas quando atingiam as expectativas dos pais agora se valorizavam menos como adultas. Apesar dos efeitos negativos, essas mães tiveram maior tendência a usar a afeição condicional com seus próprios filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último mês de julho, os mesmos pesquisadores, agora acompanhados por dois colegas de Deci da Universidade de Rochester, publicaram duas replicações e extensões do estudo de 2004. Dessa vez, o alvo eram estudantes do último ano do ensino médio, e o fato de dar mais aprovação quando as crianças faziam o que os pais queriam foi cuidadosamente distinguido do fato de dar menos quando elas se comportavam mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudos descobriram que tanto a criação condicional positiva quanto a negativa eram prejudiciais, mas de formas levemente diferentes. A versão positiva às vezes tinha sucesso em fazer com que as crianças trabalhassem mais duro em tarefas acadêmicas, mas ao custo de sentimentos pouco saudáveis de "compulsão interna". A criação condicional negativa não funcionou nem no curto prazo; apenas aumentou os sentimentos negativos dos adolescentes em relação aos pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que esses e outros estudos nos dizem é que elogiar as crianças por terem feito algo certo não é uma alternativa significativa à punição quando elas fazem algo de errado. Ambos são exemplos de criação condicional, e ambos são contraproducentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psicólogo infantil Bruno Bettelheim prontamente reconheceu que a versão negativa da criação condicional, conhecida como "pausa", pode causar "sentimentos profundos de ansiedade". "Quando nossas palavras não são suficientes", disse ele, "a ameaça da retirada do nosso amor e afeição é o único método são para causar a impressão de que é melhor a criança atender ao nosso pedido".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, os dados sugerem que a retirada do amor não é particularmente eficaz em obter obediência, muito menos promover o desenvolvimento moral. Mesmo quando conseguimos fazer com que a criança nos obedeça - digamos, usando o reforço positivo -, será que a obediência compensa o dano psicológico de longo prazo? O amor dos pais deve ser usado como uma ferramenta para controlar as crianças?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questões mais profundas estão por trás de um tipo diferente de crítica. Albert Bandura, pai do ramo da psicologia conhecido como teoria da aprendizagem social, declarou que o amor incondicional "tornaria a criança sem direção e detestável" - uma afirmação da qual estudos empíricos discordam completamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia de que crianças aceitas pelo que são não teriam direção diz muito mais sobre a visão pessimista daqueles que fazem esse tipo de alerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, segundo uma coletânea impressionante de dados feita por Deci e colegas, a aceitação incondicional por parte dos pais, assim como professores, deveria ser acompanhada pelo "apoio à autonomia": explicando razões para as solicitações, maximizando oportunidades para a criança participar de tomadas de decisão, motivando sem manipular, e imaginando ativamente como as coisas são do ponto de vista da criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última dessas características é importante porque diz respeito à própria criação. A maioria de nós protestaria que, "claro, nós amamos nossas crianças, independente de qualquer coisa". Mas o que conta é como as coisas são sob a ótica da criança - se ela se sente tão amada quando faz bagunça ou comete falhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rogers não disse isso, mas eu aposto que ele ficaria orgulhoso de ver menos demanda por terapeutas habilidosos se isso significasse que as pessoas estivessem crescessem com um sentimento de aceitação incondicional na infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Alfie Kohn é autor de 11 livros sobre comportamento humano e educação, incluindo "Unconditional Parenting" e "Punished by Rewards"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-2364292387247092324?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/2364292387247092324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=2364292387247092324' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/2364292387247092324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/2364292387247092324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2009/09/amor-condicional-traz-obediencia-mas.html' title='Amor condicional traz obediência, mas tem um custo'/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SsCoBrPDDDI/AAAAAAAAAFY/FpTOm-4KrYQ/s72-c/090925obediencia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247.post-7077778446171479177</id><published>2009-09-22T05:09:00.000-07:00</published><updated>2009-09-22T05:14:01.476-07:00</updated><title type='text'>SP: secretaria doa às escolas livros sobre preconceito</title><content type='html'>A Secretaria de Estado da Educação iniciou a entrega de um conjunto de publicações para todas as escolas do Estado que discute o preconceito e a discriminação na infância e na adolescência. Os 13 títulos, sendo 11 livros e dois DVD's, foram selecionados pelo Departamento de Educação Preventiva dos projetos Prevenção Também se Ensina e Comunidade Presente e contemplam temas como sexualidade, aids, uso de álcool, tabaco e outras drogas, bullying, diversidade étnica, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre os autores dos livros, estão o médico Jairo Bauer, que fala de sexualidade na juventude, e o psicanalista Contardo Calligaris, com uma publicação sobre o período da adolescência. Os alunos terão contato com o material em sala de aula e nas bibliotecas, de acordo com a organização de cada escola, tendo como eixo metodológico ações preventivas referendadas nos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um dos kits acompanha ainda o guia Preconceito e Discriminação no contexto escolar: guia com sugestões de atividades preventivas para os HTPC e sala de aula, elaborado para nortear os educadores com instrumentos que facilitem e favoreçam a transversalidade dos temas nas diferentes disciplinas que compõem os currículos do Ensino Fundamental e Ensino Médio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"São livros educativos que vão estimular nesses jovens a reflexão sobre assuntos muito presentes no cotidiano. Nossa intenção é informá-los bem para que possam lidar melhor com essas questões", afirma o secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do guia, as Diretorias de Ensino irão agendar as Orientações Técnicas para os professores coordenadores das escolas. Esse material está sendo encaminhado a todas as escolas e Diretorias de Ensino, sendo dois kits para as Oficinas Pedagógicas e 1 por escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prevenção também se ensina&lt;br /&gt;O projeto Prevenção Também se Ensina é desenvolvido pela Pasta desde 1996 e tem o objetivo de orientar o jovem estudante da rede estadual de ensino sobre temas relacionados à saúde e à sexualidade. Por meio da iniciativa, temas como o câncer, gravidez na adolescência, uso de drogas e doenças sexualmente transmissíveis são levados para discussão dentro da sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As informações são da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;texto retirado do &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI3987137-EI8266,00-SP+secretaria+doa+as+escolas+livros+sobre+preconceito.html"&gt;terra notícias&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-7077778446171479177?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/7077778446171479177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=7077778446171479177' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/7077778446171479177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/7077778446171479177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2009/09/sp-secretaria-doa-as-escolas-livros.html' title='SP: secretaria doa às escolas livros sobre preconceito'/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247.post-829511756387025155</id><published>2009-05-05T07:38:00.000-07:00</published><updated>2009-05-05T07:55:26.708-07:00</updated><title type='text'>Pais que amam demais atrapalham filhos</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5CEdson%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Na ânsia de preparar os filhos para o futuro, muitos pais extrapolam no carinho e nas atividades educativas. Que tipo de filho eles criam?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5CEdson%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt; 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E a receita é clara: como na infância nosso cérebro é mais propenso ao aprendizado, basta desenvolvê-lo ao máximo, desde o mais cedo possível. Infelizmente, ninguém consegue prever o futuro – e portanto não há como saber quais habilidades serão mais importantes quando nossos pequenos tesouros virarem adultos. O que faz um bom pai, nesse caso? Claro! Aposta no máximo de atividades. Escola bilíngue, curso de uma terceira língua, iniciação musical, aulas de etiqueta, ginástica, natação... No tempo livre, por que não aproveitar para divertir as crianças com um bom DVD educativo? &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas esse investimento todo não vai valer nada se não soubermos proteger e amparar as crianças de todos os perigos desta vida. Então é preciso aceitar o sacrifício de levá-las e trazê-las de carro de todos os compromissos e manter a constante possibilidade de contato pelo celular – esse moderno e abençoado cordão umbilical tecnológico. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Só há um pequeno porém com essa receita. Na verdade, dois. O primeiro é que segui-la sai um pouco caro, tanto em dinheiro como em preocupações. O segundo é que... essa fórmula pode dar errado. Bem errado. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Depois de umas boas décadas em que grande parte dos psicólogos, educadores, cientistas e empresários estimulava o esforço pelo desenvolvimento planejado das crianças, estamos vendo agora um novo fenômeno: o combate ao excesso de zelo dos pais. Uma recente reportagem da revista americana &lt;em&gt;New Yorker&lt;/em&gt; define o fenômeno como overparenting. Trata-se dos hiperpais, pais superprovedores – ou simplesmente pais demais. Eles são o avesso dos pais negligentes. Protegem demais, são indulgentes demais e sentem uma ânsia que os leva a resolver todos os problemas das crianças. Alguns desses espécimes atendem pelo apelido de pais-helicóptero, porque estão sempre, de alguma maneira, “sobrevoando” os filhos, impedindo que encontrem suas próprias saídas e tenham seus momentos de solidão e brincadeira. Esses momentos são imprescindíveis para que as crianças aprendam a pensar por si próprias – e se tornem adultos independentes e conscientes. O novo discurso é que nada substitui a brincadeira como atividade para desenvolver a inteligência e as habilidades sociais, e a melhor maneira de um adolescente aprender algo é pelo método de tentativa e erro. &lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5CEdson%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} p 	{mso-margin-top-alt:auto; 	margin-right:0cm; 	mso-margin-bottom-alt:auto; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Até no campo da medicina esse discurso vem ganhando força. Um dos comportamentos mais comuns dos hiperpais é o cuidado extremo com a higiene. E quem poderia condenar isso? Os médicos. Peter Liquornik, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria, é um exemplo. “Muitos bebês ficam com seu amadurecimento imunológico comprometido pela mania de limpeza e esterilização dos pais. A natureza faz a criança engatinhar e colocar tudo na boca porque é assim que ela vai criar suas defesas”, diz. Segundo Liquornik, existe hoje uma superproteção das crianças, que muitas vezes ficam impedidas de brincar, de se sujar, em nome de uma higiene exacerbada. Ninguém precisa entregar bolas de sujeira para os filhos lamberem, mas, se eles não tiverem algum contato com as imperfeições do mundo, não criarão anticorpos suficientes. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Isso vale não apenas para vírus e bactérias. “Se não há dificuldades na vida das crianças, elas não vão desenvolver muitas habilidades”, diz a americana Hara Marano, editora da revista &lt;em&gt;Psychology Today&lt;/em&gt; e autora do livro &lt;em&gt;A nation of wimps: the high cost of invasive parenting&lt;/em&gt; (Uma nação de fracos: o alto custo da paternidade invasiva), lançado em 2008. “É como amarrar os sapatos: na primeira, na segunda ou na terceira vez eles não conseguem. Em vez de amarrar para eles, deixe que andem com os cadarços soltos de vez em quando. Vão começar a tentar sozinhos até aprender.” Marano acredita que os valores ocidentais de competitividade tenham gerado essa “hiperpaternidade” no mundo contemporâneo. “Os pais foram tomados por uma enorme ansiedade, focada na vida dos filhos. Querem resolver o futuro deles agora, querem ser eficientes. Mas eficiência é um valor da profissão, não da criação de um filho.” &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O celular ajuda a reforçar essa síndrome, diz Marano. “Com ele, os hiperpais podem ligar sem necessidade real para os filhos, apenas como forma de suavizar suas próprias ansiedades.” E as crianças são levadas a criar o costume de falar com os pais por qualquer mínimo motivo. “Aos 7 anos, muitas crianças já trazem o celular para a escola”, diz Fernanda Carísio, coordenadora educacional do Colégio Cruzeiro, tradicional escola do Rio de Janeiro. “Mesmo a gente pedindo em toda reunião de pais que não deixem as crianças vir com telefone para a escola.” Segundo Carísio, os pais sentem culpa por passar muito tempo longe dos filhos e encaram o celular como um elo. “Só que as crianças não entendem e fazem o uso que acharem melhor.” Uma pesquisa da Fundação Telefônica e da Universidade de Navarra, feita no mês passado entre estudantes paulistas, concluiu que 51% das crianças entre 6 e 9 anos têm celular próprio. &lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5CEdson%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} p 	{mso-margin-top-alt:auto; 	margin-right:0cm; 	mso-margin-bottom-alt:auto; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O foco intenso na criança é o cume de um processo que começou por volta do século XV. Até a Idade Média, a infância não era valorizada. A partir do desmame (aos 3 ou 4 anos, naquela época), ela passava a viver no mundo adulto. Não havia escolas formais e a própria família não era nuclear. Conviviam na mesma casa pessoas de várias procedências. Com o início da Idade Moderna, a revolução liberal e, mais tarde, o Iluminismo e a formação da burguesia, o cuidado com a criança e os laços familiares se fortaleceram. Pais e filhos ficaram mais próximos, e a criança passou a ser vista como um indivíduo em formação, que precisa de atenção e tratamento especial. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Até aí, tudo bem. Mas hoje parece que não há apenas uma infância, e sim várias. O mercado de quartos infantis mostra isso. Há uma proposta de ambiente para cada idade. “O quarto cresce com a criança”, diz a arquiteta paranaense Kethlen Durski. “Há berços diferentes, camas que vão aumentando de tamanho, cores propícias para cada momento e até uma iluminação apropriada para cada fase.” Há quem coloque tapete de borracha pela casa para que a criança não se machuque ao engatinhar ou mesmo retire a maioria dos móveis da sala de estar (outra prova de excesso de zelo: a criança deve aprender a cair, diz a nova teoria). &lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5CEdson%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt; 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Quem não faz isso subestima a criança&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os hiperpais costumam ser implacáveis na questão do desenvolvimento intelectual ou físico. Em São Paulo, proliferam os personal trainers infantis – professores de educação física especializados no atendimento individual de crianças e adolescentes. Luiz Ricardo Rhormens atende hoje dez crianças. Diz que a demanda é crescente. A maioria são crianças acima do peso ou que os pais consideram tímidas para os esportes coletivos. Fazem principalmente natação, caminhada e corrida. “Os pais cobram retorno, querem que a criança se comprometa com metas. Alguns são bastante neuróticos, e eu tento melhorar essa relação.” &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Diretora da escola de dança Petit Danse, que tem três unidades em bairros de classe média no Rio de Janeiro, Nelma Darzi diz que a procura aumenta a cada início de ano letivo. “Muitas delas vêm de outras atividades ou vão para outras depois de sair daqui. Não é raro vermos alunos dando sinais de cansaço. Costumo conversar com as mães, mas muitas estão focadas na competitividade”, afirma. Às tradicionais aulas de natação, futebol, balé e inglês somam-se agora atividades mais diversificadas, como cursos de japonês e chinês, história da arte e etiqueta, sem falar no mercado de professores particulares que preparam alunos para os “vestibulinhos”, as provas de admissão nos colégios mais concorridos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Neste mundo competitivo, as escolas se adaptam. Na Escola Internacional de Alphaville, num condomínio de classe média alta de São Paulo, crianças de 3 e 4 anos têm aulas sobre artistas como Miró, Van Gogh e Pollock. As aulas são apresentadas como uma forma de os alunos “apreciarem a obra e o fazer artístico e refletirem sobre o percurso de criação do artista”. A professora Cássia Bessa, coordenadora do projeto, diz que a diferenciação entre as crianças se dá cada vez mais cedo. “Há uma demanda social por isso, é a evolução natural.” Na Escola de Educação Infantil Ponto Omega, também em São Paulo, há um curso de etiqueta para os pequenos. São quatro módulos sobre como eles devem se comportar: “em casa”, “na escola”, “no clube” e “no restaurante”. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com uma agenda tão cheia, quando as crianças estão em casa, o tempo é de brincadeira, certo? Mais ou menos. Muitos pais gostam que, em vez do divertimento totalmente livre, haja entretenimento dirigido e programas didáticos. Tarsila Naylor, de 4 anos, e seu irmão Thales, de 2, moradores de Niterói, no Rio de Janeiro, fazem balé, natação, capoeira, iniciação musical e vivência religiosa. Em casa, desde muito pequenos assistem aos DVDs da série &lt;em&gt;Baby Einstein&lt;/em&gt;, que são divididos em faixa etária e falam de natureza, ciência e artes. (Há dois anos, uma pesquisa da Universidade de Washington demonstrou que bebês que assistem a esses programas aprendem menos palavras que os que não assistem, mas isso é outra história.) Os irmãos também veem vídeos de histórias infantis em seis línguas diferentes, para ir se acostumando com a sonoridade. “O que ninguém pode roubar de uma pessoa é o conhecimento”, diz o fiscal de tributos Carlos Mauro Naylor, pai das crianças. “Quando crescerem um pouco mais, vão entrar num curso de mandarim.”&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;texto retirado de; http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI68719-15228,00-PAIS+QUE+AMAM+DEMAIS+ATRAPALHAM+FILHOS.html&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-829511756387025155?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/829511756387025155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=829511756387025155' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/829511756387025155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/829511756387025155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2009/05/pais-que-amam-demais-atrapalham-filhos.html' title='Pais que amam demais atrapalham filhos'/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247.post-4465289198926067140</id><published>2009-02-12T13:09:00.000-08:00</published><updated>2009-02-12T13:10:53.592-08:00</updated><title type='text'>Incentivo ao Esporte</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SZSQBvyVTaI/AAAAAAAAAFA/1c043zQ48sM/s1600-h/esporte+2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 184px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SZSQBvyVTaI/AAAAAAAAAFA/1c043zQ48sM/s400/esporte+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302021021003763106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;O esporte, além de integrar e sociabilizar as crianças por meio de jogos e brincadeiras é uma excelente forma de fazê-las liberar energias. Praticar esportes, além de salutar, proporciona o desenvolvimento de competências físicas, sociais e comunicativas, essenciais para o processo de desenvolvimento individual e social das crianças. Além disso, visa o desenvolvimento integral, capacitando-as a lidar com suas necessidades, desejos e expectativas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;Porém, devemos ter alguns cuidados. O&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;perigo de obrigar as crianças a fazer o que não querem e sugerem como os pais devem proceder para não forçar a barra. Até porque nem todo mundo vai ser um Ronaldinho, um Gustavo Kuerten, uma Ana Moser, um Fernando Scherer ou uma Hortência. Pode até ser que seu filho venha a ser um grande atleta, mas isso vai depender apenas da aptidão e esforço do praticante. &lt;span style=""&gt;Por isso, esforço deve ser adequado à idade da criança, para não prejudicar o seu crescimento. Os pais e professores &lt;i&gt;não devem&lt;/i&gt; criar muita expectativa e ansiedade em relação aos resultados obtidos em competição, que devem ser encarados como elementos na formação das crianças e não um fim em si mesmo. Por todos estes motivos, a escolha do profissional que irá trabalhar com o seu filho deve ser muito criteriosa. Formação &lt;st1:personname productid="em Educação Fisica" st="on"&gt;em Educação Fisica&lt;/st1:PersonName&gt;, conhecimento técnico da modalidade, bons hábitos pessoais e principalmente, muita preocupação com a criança. &lt;/span&gt;"É importante um diálogo franco e aberto, em que os pais se mostrem realmente curiosos para conhecer e contribuir para o autoconhecimento de seus filhos" (Andréa Miranda, psicóloga especializada em esporte e com passagens por várias equipes das Forças Armadas, seleção brasileira de tênis de mesa e divisões amadoras de futebol do Fluminense)&lt;span style="color: blue;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;Sem pressa e sem pressão. Não há uma idade para a iniciação do esporte d&lt;span style=""&gt;epende muito do tipo de trabalho desenvolvido pelo professor. Normalmente, os esportes básicos são iniciados entre 5 e 7 anos e os com bola entre 8 e 10 anos. Trabalhos adaptados podem ser iniciados mais precocemente. &lt;/span&gt;Escolher o esporte que seu filho irá praticar no futuro deve ser uma tarefa criteriosa. Individuais ou coletivos, lutas, danças... um grande número de possibilidades deve ser levado &lt;st1:personname productid="em consideração. E" st="on"&gt;em  consideração. E&lt;/st1:PersonName&gt; a participação efetiva dos pais é ajuda indispensável. Além disso, muitas vezes as crianças menores ainda não têm discernimento e precisam muito de ajuda para conhecer as possibilidades e escolher o que será melhor para elas. "Por isso, é importante que os pais propiciem as vivências necessárias ao amadurecimento dessa escolha através da prática de um ou mais esportes", Andréa Miranda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;Além de tudo, &lt;span style=""&gt;o esporte é a maneira mais saudável de afastar seus filhos das drogas.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-4465289198926067140?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/4465289198926067140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=4465289198926067140' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/4465289198926067140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/4465289198926067140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2009/02/incentivo-ao-esporte.html' title='Incentivo ao Esporte'/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SZSQBvyVTaI/AAAAAAAAAFA/1c043zQ48sM/s72-c/esporte+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247.post-7959242545882658361</id><published>2009-01-28T15:19:00.000-08:00</published><updated>2009-01-28T15:26:00.695-08:00</updated><title type='text'>O dossiê da adoção</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SYDpd8-R7zI/AAAAAAAAAE4/xTSdKXIHQKs/s1600-h/madonna_reuters%281%29.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 292px; height: 280px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SYDpd8-R7zI/AAAAAAAAAE4/xTSdKXIHQKs/s400/madonna_reuters%281%29.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296489862580530994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;O dossiê da adoção&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Adotar é mais fácil do que você pode imaginar. Saiba todo o passo a passo e o que é necessário para ter um filho&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;Raquel Moraes&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;O sonho de ter um filho faz parte da vida de muitas mulheres. Mas nem sempre essa conquista precisa ficar nove meses na barriga delas. Há muitas crianças que aguardam pela chance de ganharem uma família através da adoção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Esse era o caso de Pedro Henrique, 5 anos, que tinha apenas dois dias de vida quando conheceu sua nova mãe, Karen Lutz Ferreira. “Lembro que viajei seis horas para buscá-lo”, relembra. “Estou super feliz e realizada”, derrete-se Karen, que diz já querer adotar mais uma criança. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;O processo de adoção&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;É claro que existe burocracia; afinal o que está em jogo é a vida de alguém. Mas fique calma: não é nada que você não possa esperar e lidar, como explica Márcio Holanda Teixeira, advogado da Gaiofato Advogados Associados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;De acordo com ele, o tempo de duração varia conforme o perfil da criança ou adolescente que o interessado deseja adotar e com o fluxo de chegada de crianças para adoção. “O que se observa é que, quanto maiores as exigências daquele que deseja adotar, mais tempo o processo pode levar para ser concluído. Já para quem se dispõe a adotar crianças de qualquer cor ou estado de saúde, idade e ainda que acolham irmãos, a adoção leva em média seis meses”, completa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Para a vendedora Meire Oliveira, 31, valeu a pena esperar por este sonho. Ela adotou Ana Elizabete quando tinha dois anos (hoje Ana tem três) e conta que o amor que uma sente pela outra é imenso. E ainda jura que a criança é a cara do pai! Meire não nega que realmente há burocracia, mas concorda que deve existir. “A adoção é coisa séria e a família que resolver adotar uma criança deve realmente ser avaliada, analisada para verificar se essa criança terá o suporte que necessita”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Passo a passo &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Adoção é algo muito importante para os futuros pais e para a própria criança, então a melhor maneira é fazer do jeito certo. Preparamos um “passo a passo” de como adotar uma criança. Tire as dúvidas e corra atrás do seu sonho!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Quem pode e quem não pode adotar:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; segundo a lei, para adotar é necessário ter no mínimo 21 anos e ser mais velho do que o adotado em no mínimo 16. Já para ser adotado deve-se ter, no máximo, 18 anos à data do pedido, salvo se já estiver sob guarda ou tutela dos adotantes. “O estado civil do interessado é irrelevante para a lei, que objetivamente proíbe a adoção entre irmãos e entre ascendentes. Por exemplo, os netos não podem ser adotados pelos avós”, revela Teixeira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Procurar: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;a Vara da Infância e Juventude mais próxima da sua casa, tendo por objetivo final, promover a sua habilitação no Cadastro Nacional de Adoção (CNA), lançado no dia 29 de abril de 2008.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Documentação necessária:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; RG, CPF e comprovantes de residência; cópia autenticada da certidão de nascimento ou casamento; comprovante de renda mensal; atestado de sanidade física e mental; atestado de idoneidade moral assinado por duas testemunhas com firma reconhecida; atestados de antecedentes criminais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Entrevista e escolha:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Você vai precisar fazer algumas entrevistas para continuar o processo.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Esta é uma fase muito importante, pois é nela que você preencherá uma ficha em que escolherá o tipo físico, idade e sexo da criança. Assim, você participará de uma lista de espera. Quanto menor for o número de restrições, menor esse tempo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;Final:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; Depois de instruído e ter a manifestação do Promotor, o processo irá para o Juiz que poderá conceder a sua habilitação no CNA, sendo que esta habilitação é feita pela própria autoridade judiciária ao final do processo, para assim, você ter a criança nos seus braços.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-7959242545882658361?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/7959242545882658361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=7959242545882658361' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/7959242545882658361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/7959242545882658361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2009/01/o-dossie-da-adocao.html' title='O dossiê da adoção'/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SYDpd8-R7zI/AAAAAAAAAE4/xTSdKXIHQKs/s72-c/madonna_reuters%281%29.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247.post-4051707058552698698</id><published>2009-01-25T16:55:00.000-08:00</published><updated>2009-01-25T17:02:27.075-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SX0LikoXbyI/AAAAAAAAAEw/0MLIZCaPaFI/s1600-h/briga2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 250px; height: 250px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SX0LikoXbyI/AAAAAAAAAEw/0MLIZCaPaFI/s400/briga2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295401425434013474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Educação dos filhos: discordar sim, desautorizar jamais!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;É possível educar o filho sem que pai e mãe discutam o tempo todo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Paloma Lopes&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://delas.ig.com.br/mae/noticias/2008/05/14/educacao_dos_filhos_discordar_sim_desautorizar_jamais_1310983.html"&gt;&lt;span style=""&gt;Fonte: http://delas.ig.com.br/mae/noticias/2008/05/14/educacao_dos_filhos_discordar_sim_desautorizar_jamais_1310983.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Um não vê problema algum em o filho pequeno ficar acordado até mais tarde em uma noite de sábado. O outro, porém, acha que a rotina pode ficar comprometida durante a semana seguinte. Para ela, o joguinho de luta do videogame é péssimo exemplo; para ele estimula a inteligência e a coordenação motora. Um pensa “A”, outro pensa “B”. Que as diferenças fazem parte do dia-a-dia de qualquer casal, isso todo mundo sabe. A questão é que opiniões divergentes de pai e mãe na hora de educar podem, e muito, confundir a criança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;“Pai e mãe têm e sempre terão cabeças diferentes, com opiniões diferentes. E o filho cresce percebendo isso. É normal e não prejudica em nada sua formação”, explica Ceres Araújo, professora do Programa de Psicologia Clínica da PUC-SP. O problema, no entanto, ocorre quando não há um consenso do casal sobre alguns aspectos que envolvem diretamente a criança. “Um não pode nunca desautorizar o outro”, alerta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Por exemplo: se o pai deixou o filho brincar no computador e a mãe chegou e não gostou, não deve repreender o marido na frente do menino. “Na hora em que recebe a ordem de um dos dois, mesmo que o outro não concorde, deve deixar que aquilo seja mantido. Nada é irreversível, mas é importante conversar sobre as possíveis divergências longe da criança, que é para não confundi-la”, esclarece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Segundo ela, caso perceba essa falta de diálogo e entendimento entre as figuras paterna e materna, o filho pode começar a manipulá-los. “É natural; a criança tende, a partir de uma certa idade, a querer controlar o ambiente para satisfazer às suas necessidades. Se os pais não lidam adequadamente com isso, acabam virando reféns”, destaca. Em outras palavras, se a mãe é mais rígida, para pedir a permissão de ir brincar na casa de um amiguinho, o filho espera ela sair de casa, para poder abordar o pai sozinho. “Com isso, terá mais chances de conseguir o que quer”, afirma Ceres.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;De acordo com a professora, a melhor saída é sempre perguntar para a criança se ela fez o mesmo pedido à mãe, e caso a resposta seja negativa, aguardá-la, ou mesmo telefonar para saber sua opinião. “Se o filho percebe que há um diálogo entre os pais sobre o que é permitido e o que não é, não vai mais tentar manipulá-los”, justifica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Lílian Cicolino Moura, de 29 anos, mãe de Yuri, de 8, ainda lembra o dia em que chegou em casa e se deparou com um piercing na orelha do filho. “Fiquei extremamente nervosa e, nesta ocasião, realmente perdi as estribeiras. Repreendi meu marido, que levou o menino para fazer o furo sem sequer me consultar. Mas não o obriguei a retirar o brinco, ele é que depois foi perdendo o interesse e retirou sozinho”, diz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Depois disso, ela conta que combinou com o marido de sempre um consultar o outro quando o assunto é a criança. “Meu marido é mais permissivo do que eu, então realmente não vê problema em algumas coisas que o Yuri quer fazer, como assistir a filmes policiais ou de ação. Mas eu não gosto, e ele sabe. Então agora, quando não estou em casa, um ou outro sempre liga no celular para me consultar”, completa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://delas.ig.com.br/mae/noticias/2008/05/14/educacao_dos_filhos_discordar_sim_desautorizar_jamais_1310983.html"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-4051707058552698698?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/4051707058552698698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=4051707058552698698' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/4051707058552698698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/4051707058552698698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2009/01/educao-dos-filhos-discordar-sim.html' title=''/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SX0LikoXbyI/AAAAAAAAAEw/0MLIZCaPaFI/s72-c/briga2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247.post-1165102388547114496</id><published>2009-01-07T03:30:00.000-08:00</published><updated>2009-01-07T03:50:47.263-08:00</updated><title type='text'>Desenvolvimento</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Atinge também as crianças. Para que os filhos não fiquem sozinhos em casa nos períodos longe da escola, os pais colocam os pequenos em várias atividades extras escolares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Aprendizado de idiomas, balé, futebol, natação, judô, música, teatro e reforço escolar são algumas atividades que fazem parte do currículo das crianças além do período escolar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Além de não deixarem os filhos na ociosidade, os pais pensam na formação do filho para um futuro melhor. Quanto mais atividades, mais chances de se dar bem na vida. Será que é assim ou a criança precisa de um tempo para brincar?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;O ser humano atual acumula inúmeras funções principalmente a partir dos 18 anos, isso não significa que a criança já precisa testar uma vida corrida. Ela não é uma super-máquina. Que mal tem a criança, vez ou outra, se divertir assistindo Sessão da Tarde comendo uma bolachinha em companhia do irmão ou dos avós.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;A brincadeira é a maneira como a criança vivencia seu cotidiano. Os pequenos precisam desse tempo de brincadeira para aprender a enfrentar desafios lidando com as conquistas e derrotas, discutir regras e limites para uma determinada brincadeira, facilitando a socialização, os vínculos e desenvolvendo a inteligência. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;As atividades extras são importantes, sem dúvida, mas não devem ser colocadas como obrigações. As crianças precisam ter afinidades e gostarem das atividades que estão fazendo. A carga horária dessas atividades pode aumentar de acordo com a idade das crianças. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Quanto mais velha maior essa carga horária poderá ser. Sem esquecer que, como os adultos, cada criança tem seu pique. Duas crianças da mesma idade podem agüentar ritmos bem diferentes de atividades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Brincar e estudar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt; - Crianças de até dois anos precisam brincar muito. A partir daí, algumas rotinas devem ser impostas. Mas é a partir dos seis anos que as tarefas escolares aumentam. É preciso ter hora para a lição de casa, para a atividade extra e para brincar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;O excesso de atividade pode ser observado quando a criança começa a reclamar das atividades que está executando. A agenda lotada do pequeno muitas vezes reflete atitude agressiva, irritação, desatenção, pesadelos, ansiedade, choro excessivo, impaciência e dificuldade de relacionamento interpessoal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Problema de gente grande&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt; - Uma criança estressada pode apresentar sintomas físicos como enxaqueca, dor de barriga sem causa aparente, diarréia, náusea, enurese (faz xixi na cama à noite), ranger de dentes, falta de apetite entre outros. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Caso esses sintomas apareçam nas crianças é melhor procurar o pediatra ou até mesmo uma ajuda psicológica para que se estabeleça uma melhor forma de aproveitar o tempo dos pequenos sem que isso interfira na sua saúde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Os pais também não devem esquecer de que muitas brincadeiras de hoje são diferentes de antigamente, entre as quais o computador e videogame, mas as crianças ainda precisam de espaço e da presença dos pais para se desenvolverem e tornarem adultos seguros e de bem com a vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Dicas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Preocupe-se em organizar uma rotina em que seu filho esteja preparado para enfrentar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Passar por algum fator interessante, como mudança de escola ou nascimento do irmão, é bom e faz as crianças aprenderem a enfrentar desafios, mas como rotina pode causar muitos problemas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Adequar atividades para a idade é importante. Algumas atividades físicas têm idade mínima para começar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Converse com um especialista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SWSWyILLQzI/AAAAAAAAAEo/aUBJkBUH8x0/s1600-h/pais2007_4_1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 275px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SWSWyILLQzI/AAAAAAAAAEo/aUBJkBUH8x0/s400/pais2007_4_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5288517650371789618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt 3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:9;color:black;"   &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/debora/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" alt="" /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cdebora%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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width: 320px; height: 233px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SUjsk1RJ9uI/AAAAAAAAAEM/Z-l9CEyMJZg/s320/capa-o-gosto-de-ler.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280730680610387682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A infância é o melhor momento para o indivíduo iniciar sua emancipação        mediante a função liberatória da palavra. É entre os oito e treze anos de        idade que as crianças revelam maior interesse pela leitura. O estudioso        Richard Bamberger reforça a idéia de que é importante habituar a criança        às palavras. "Se conseguirmos fazer com que a criança tenha        sistematicamente uma experiência positiva com a linguagem, estaremos        promovendo o seu desenvolvimento como ser humano."&lt;br /&gt;Inúmeros pesquisadores têm-se empenhado em mostrar aos pais e professores a importância de se incluir o livro no dia-a-dia da criança. Bamberger afirma que, comparada ao cinema, ao rádio e à televisão, a leitura tem vantagens únicas. Em vez de precisar escolher entre uma variedade limitada, posta à sua disposição por cortesia do patrocinador comercial, ou entre os filmes disponíveis no momento, o leitor pode escolher entre os melhores escritos do presente e do passado. Lê onde e quando mais lhe convém, no ritmo que mais lhe agrada, podendo retardar ou apressar a leitura; interrompê-Ia, reler ou parar para refletir, a seu bel-prazer. Lê o que, quando, onde e como bem entender.&lt;br /&gt;Essa flexibilidade garante o interesse continuo pela leitura, tanto em relação à educação quanto ao entretenimento.&lt;br /&gt;A professora e autora Maria Helena Martins chama a atenção para um contato sensorial com o objeto livro, que, segundo ela, revela "um prazer singular" na criança. Na leitura, por meio dos sentidos, a criança é atraída pela curiosidade, pelo formato, pelo manuseio fácil e pelas possibilidades emotivas que o livro pode conter. A autora comenta que "esse jogo com o universo escondido no livro "pode estimular no pequeno leitor a descoberta e o aprimoramento da linguagem, desenvolvendo sua capacidade de comunicação com o mundo.&lt;br /&gt;Esses primeiros contatos despertam na criança o desejo de concretizar o ato de ler o texto escrito, facilitando o processo de alfabetização. A possibilidade de que essa experiência sensorial ocorra será maior quanto mais freqüente for o contato da criança com o livro.&lt;br /&gt;Às crianças brasileiras, o acesso ao livro é dificultado por uma conjunção de fatores sociais, econômicos e políticos. São raras as bibliotecas escolares. As existentes não dispõem de um acervo adequado, e/ou de profissionais aptos a orientar o público infantil no sentido de um contato agradável e propício com os livros.&lt;br /&gt;Mais raras ainda são as bibliotecas domésticas. Os pais, quando se interessam em comprar livros, muitas vezes os escolhem pela capa por falta de uma orientação direcionada às preferências das crianças.&lt;br /&gt;É de extrema importância para os pais e educadores discutir o que é leitura, a importância do livro no processo de formação do leitor, bem como, o ensino da literatura infantil como processo para o desenvolvimento do leitor crítico.&lt;br /&gt;Podemos tomar as orientações da professora Regina Zilberman, estudiosa em literatura infanto-juvenil e leitura, como forma de motivarmos as crianças e os jovens ao hábito de ler: abordar as relações entre a literatura e ensino legitimando a função da leitura, sugerindo livros, assim como atividades didáticas, a fim de alcançar o uso da obra literária em sala de aula e nas suas casas com objetivos cognitivos, e não apenas pedagógicos; considerar o confronto entre a criação para crianças e o livro didático, tornando o último passível de uma visão crítica e o primeiro ponto de partida para a consideração dos interesses do leitor e da importância da leitura como desencadeadora de uma postura reflexiva perante a realidade.&lt;br /&gt;Assim, com relação à leitura e à literatura infantil, pais e professores devem explorar a função educacional do texto literário: ficção e poesia por meio da seleção e análise de livros infantis; do desenvolvimento do lúdico e do domínio da linguagem; do trabalho com projetos de literatura infantil em sala de aula, utilizando as histórias infantis como caminho para o ensino multidisciplinar.&lt;br /&gt;Estratégias para o uso de textos infantis no aprendizado da leitura, interpretação e produção de textos também são exploradas com o intuito final de promover um ensino de qualidade, prazeroso e direcionado à criança. Somente desta forma, transformaremos o Brasil num país de leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renata Junqueira de Souza é PhD em Literatura e Educação e professora do Departamento de Educação da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNESP - Universidade Estadual de São Paulo, onde coordena o Núcleo Lúdico de Pesquisa e Extensão.&lt;br /&gt;Email para contato: renataecia@stetnet.com.br&lt;br /&gt;Artigo extraído da revista Comunicação e Cultura, editado pela Editora  Paulus - abril/maio de 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SUjtIki_TSI/AAAAAAAAAEU/eywl8_eVRGA/s1600-h/how-to-stimulate-a-childs-mind1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SUjtIki_TSI/AAAAAAAAAEU/eywl8_eVRGA/s400/how-to-stimulate-a-childs-mind1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280731294597074210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-4956717200354759954?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/4956717200354759954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=4956717200354759954' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/4956717200354759954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/4956717200354759954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2008/12/importncia-da-leitura-e-literatura.html' title='A importância da leitura e literatura infantil na formação das crianças e jovens'/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SUjsk1RJ9uI/AAAAAAAAAEM/Z-l9CEyMJZg/s72-c/capa-o-gosto-de-ler.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247.post-1270380890862445835</id><published>2008-12-02T15:44:00.000-08:00</published><updated>2008-12-02T15:57:04.048-08:00</updated><title type='text'>Honestidade Infantil</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por; &lt;span class="post-author vcard"&gt;&lt;span class="fn"&gt;Alessandro Vieira dos Reis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://olharbeheca.blogspot.com/"&gt;http://olharbeheca.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/STXKQTUhcxI/AAAAAAAAAEE/-KyB8DfN8BI/s1600-h/imagem.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 320px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/STXKQTUhcxI/AAAAAAAAAEE/-KyB8DfN8BI/s320/imagem.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275344919947473682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam o video acima, clicando &lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=E8aprCNnecU&amp;amp;NR=1"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crianças podem ser muito cruéis, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diálogo:&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FILHO: Eu gosto de você quando você me dá biscoitos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÃE: Mas você não gosta de mim o tempo todo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FILHO: Não, só quando você me dá biscoitos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÃE: Ok. Eu te amo, tá bom?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FILHO: Eu te amo também, mas não gosto de você o tempo todo. Só quando me dá biscoitos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que as crianças são tão honestas e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;cruéis&lt;/span&gt;, às vezes? Fofas são, mas pô, as vezes dói o que elas falam, não? :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu diria que porque elas não medem suas palavras, isto é, ainda não aprenderam autocontrole, habilidades sociais, e não entendem as conseqüências do que dizem. Em outras palavras: ainda não têm &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;repertório &lt;/span&gt; de comportamentos da classe "agir polidamente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns adultos são como crianças, nesse quesito. Talvez por terem sido &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sempre &lt;/span&gt;tratados como crianças pelos pais (mesmo quando já eram adultos). Dizemos que eles agem de forma infantil porque são impulsivos e têm baixa tolerância a frustração. A eles falta repertório de habilidades interpessoais, como "Ter empatia pelo ouvinte" (Como falta a crianças, também).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;maturidade &lt;/span&gt;significa, dentre outras coisas, ter mais responsabilidade pelos efeitos de nossas ações, e pensar antes de agir. Infelizmente isso significa também ser menos espontâneo, claro, pois temos que filtrar mais nossos comportamentos. Mas vamos deixar a espontaneidade absoluta para as crianças ingênuas, tá bom? (Ao menos isso rende videos fofinhos no YouTube).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-1270380890862445835?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/1270380890862445835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=1270380890862445835' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/1270380890862445835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/1270380890862445835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2008/12/honestidade-infantil.html' title='Honestidade Infantil'/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/STXKQTUhcxI/AAAAAAAAAEE/-KyB8DfN8BI/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247.post-7356915817044741142</id><published>2008-11-24T14:37:00.000-08:00</published><updated>2008-12-05T07:01:10.964-08:00</updated><title type='text'>I Simpósio de Família e Desenvolvimento Humano</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SSsu0apc06I/AAAAAAAAAD8/kVP-9MVSsVE/s1600-h/I+Simp%C3%B3sio+Brasileiro+de+Fam%C3%ADlia+e+Desenvolvimento+Human+o.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 238px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SSsu0apc06I/AAAAAAAAAD8/kVP-9MVSsVE/s320/I+Simp%C3%B3sio+Brasileiro+de+Fam%C3%ADlia+e+Desenvolvimento+Human+o.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272359266808550306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;table class="MsoTableGrid" style="border: medium none ; border-collapse: collapse;" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border: 1pt solid windowtext; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt;Inscrições&lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: solid solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:windowtext windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;*Estudantes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: solid solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:windowtext windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Profissionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Até 31 de dezembro de 2008&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;R$ 20,00&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;R$ 40,00&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;De 1º de janeiro até 28 de   fevereiro de 2009&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;R$ 30,00&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;R$ 50,00&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;De 1º de março até 13 de   março de 2009&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;R$ 40,00&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;R$ 60,00&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;   &lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  &gt;* O valor com desconto é válido apenas para estudantes de graduação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições pelo site:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.nac.ufpr.br/sbf2009/index.html"&gt;www.nac.ufpr.br/sbf2009/index.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-7356915817044741142?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/7356915817044741142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=7356915817044741142' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/7356915817044741142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/7356915817044741142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2008/11/i-simpsio-de-famlia-e-desenvolvimento.html' title='I Simpósio de Família e Desenvolvimento Humano'/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SSsu0apc06I/AAAAAAAAAD8/kVP-9MVSsVE/s72-c/I+Simp%C3%B3sio+Brasileiro+de+Fam%C3%ADlia+e+Desenvolvimento+Human+o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247.post-5660447588899288436</id><published>2008-11-07T14:30:00.000-08:00</published><updated>2008-11-07T14:34:00.637-08:00</updated><title type='text'>Revista Crescer - Bullying</title><content type='html'>Bullying: o que é e como identificar                                                                        &lt;p&gt;Vítima, agressor e aquele que observa. Quando se fala em bullying, todo mundo está envolvido de alguma maneira. E é mais comum do que se imagina&lt;/p&gt;                                                        &lt;p&gt;&lt;small&gt;Jeanne Callegari e Ana Paula Pontes&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;br /&gt;&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SRTB6ko6-bI/AAAAAAAAAD0/nM-tsBlnE6M/s1600-h/bullying.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 300px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SRTB6ko6-bI/AAAAAAAAAD0/nM-tsBlnE6M/s320/bullying.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5266047076314839474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como é o convívio da sua família em casa? Há muito que se sabe o quanto o comportamento dos filhos é um reflexo da maneira como os pais se relacionam com eles no dia-a-dia. Um estudo apresentado no encontro anual da American Sociological Association, nos Estados Unidos, que aconteceu neste mês, mostrou que aquela criança que se mostra valente, que persegue colegas e humilha os mais fracos - o chamado bully (agressor) - reproduz com os outros o comportamento dos pais. Esses atos são a violência, física ou psíquica - o bullying. &lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;Roubar o lanche na escola, brincar de "corredor polonês", colocar apelidos cruéis, fazer gozações e ameaças são alguns dos comportamentos do bully. "Todo mundo tem uma história de bullying para contar", diz o pediatra Aramis Lopes, coordenador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia). Se não no papel de vítima ou de agressor, ao menos como espectador. &lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;O agressor é popular, lidera o grupo. Muitas vezes, são os atletas da escola, admirados e copiados. Os agressores podem vir a bater na mulher ou nos filhos, ou a perseguir colegas de trabalho - o que também é bullying, porque o fenômeno não ocorre só na escola. Pode acontecer no clube, na rua, ou mesmo dentro da família, entre irmãos. Se seu filho é um agressor, mostre que o ama, mas que desaprova seu comportamento. &lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;As vítimas do bullying são normalmente tímidas, fracas e frágeis. São incapazes de se defender, de reagir. Geralmente são discriminadas por ter alguma diferença, como ser negras, deficientes físicas, altas, baixinhas ou gordinhas, ou mesmo ter sotaques diferentes, tirar boas notas e ir mal nos esportes. Algumas se tornam vítimas-agressoras: agredindo outras crianças, descontam e transferem os maus-tratos sofridos. Outras são as chamadas vítimas provocadoras, que provocam o agressor mas não conseguem se defender quando ele vem tirar satisfação. &lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, algumas crianças não fazem nada quando percebem que o colega está sendo perseguido porque têm medo de tomar partido e se tornar vítimas também. E podem acabar se aliando à violência. &lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;Quando perceber o bullying&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Aos 3 anos já dá para identificar reações de bullying. Tapas e mordidas freqüentes, sempre na mesma vítima, são algumas características. À medida que as crianças crescem, o abuso se torna mais psicológico. Nas meninas, o mais comum é fazer fofocas, ficar "de mal", excluir. &lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;Nem tudo é bullying: como identificar&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;Naquele dia em que seu filho voltou com um arranhão para casa, depois de brigar com um coleguinha, ele tinha sofrido bullying? Calma. Não é bem assim. Existe uma maneira de brincar, entre as crianças, que é mais agressiva mesmo. &lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;Os meninos que brincam de luta podem se arranhar. Às vezes, até chorar de dor ou susto. E isso é normal. O que vai assegurar que é uma brincadeira é a diversão das crianças. Nesses casos, não interfira: brincar de brigar é um exercício e ensina as crianças a resolver conflitos e a ter limites. &lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;O bullying é diferente das brigas com causa, como a disputa por um brinquedo. Resolvido o conflito, as crianças voltam a brincar juntas. Para ser bullying, a agressão tem de ser intencional e repetitiva, ou seja: dia após dia, a criança passa por situações que causam dor ou sofrimento. &lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;Observe ainda a idade das crianças: se existe diferença maior que dois anos é preciso intervir. Isso porque as brincadeiras devem ocorrer entre iguais: se há desequilíbrio de poder, é bullying. E, finalmente: se os sentimentos da vítima são de angústia, medo, terror e tristeza, é bullying. A criança que não se importa com apelidos e consegue se defender não sofre bullying. &lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;       Por algumas das agressões não serem físicas, os pais e a escola tendem a negligenciar, dizendo que é coisa da idade.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;O que fazer&lt;br /&gt;       &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/strong&gt;Se os pais descobrem que o filho é vítima de bullying, devem procurar imediatamente a escola para que se interrompa o procedimento. Importante é sempre demonstrar para a criança que ela é amada, e que a culpa não é dela. "É preciso fazer tudo para melhorar a auto-estima da vítima", diz Cleo. Afinal, além da queda do desempenho escolar, da depressão e da insegurança, as seqüelas podem durar toda a vida e causar transtornos psíquicos graves, que podem resultar em suicídio ou no desejo de vingança. &lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;Se a escola não tomar providências, os pais devem recorrer ao Conselho Tutelar, para exigir que o colégio cumpra a obrigação de proteger a criança. O melhor é que a escola trabalhe com a prevenção. Afinal, quanto mais cedo se intervir, mais chances os envolvidos terão de se recuperar. O ideal é tratar, no dia-a-dia, valores como fraternidade, compaixão, respeito. Desde pequenos, os pais devem ensinar isso em casa. Se o seu filho é o agressor, mostre que o ama, e que desaprova seu comportamento. &lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;Existe bullying quando...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;       - As agressões, físicas ou psíquicas, são repetitivas e intencionais, contra a mesma criança, por muito tempo;&lt;br /&gt;       - Não existem motivos concretos para as agressões;&lt;br /&gt;       - Há desequilíbrio de poder: o agressor é mais forte ou mais poderoso que a vítima;&lt;br /&gt;       - O sentimento que causa nas vítimas é de medo, angústia, opressão, humilhação ou terror;&lt;br /&gt;       - A diferença de idade entre as crianças é maior que dois anos. Mesmo que o menor seja mais forte.&lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;       &lt;strong&gt;E não existe quando...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;       - As agressões são casuais ou pontuais. As crianças logo estão brincando juntas de novo;&lt;br /&gt;       - As brigas são causadas por motivos como a disputa de um brinquedo;&lt;br /&gt;       -l A brincadeira, mesmo que mais agressiva, é entre iguais;&lt;br /&gt;       - Os papéis se alternam: a criança que hoje é a vítima na brincadeira, na semana seguinte pode ser o agressor;&lt;br /&gt;       - O sentimento na brincadeira é de alegria. A criança gosta dos apelidos e se diverte nas brincadeiras.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-5660447588899288436?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/5660447588899288436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=5660447588899288436' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/5660447588899288436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/5660447588899288436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2008/11/revista-crescer-bullying.html' title='Revista Crescer - Bullying'/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SRTB6ko6-bI/AAAAAAAAAD0/nM-tsBlnE6M/s72-c/bullying.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247.post-6405265953387148373</id><published>2008-10-11T17:33:00.000-07:00</published><updated>2008-10-11T17:44:20.204-07:00</updated><title type='text'>Um passo rumo à igualdade!</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Justiça autoriza casal gay a adotar irmãs em Recife &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;FÁBIO GUIBU&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:78%;color:black;"  &gt; da &lt;b&gt;Agência Folha&lt;/b&gt;, em Recife&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:9;color:black;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:black;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:black;"  &gt;O Juizado da Infância e da Juventude de Recife (PE) deu sentença favorável ao pedido de adoção de duas irmãs -de cinco e de sete anos- feito por um casal homossexual masculino que vive em Natal (RN). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:black;"  &gt;Segundo o juiz Élio Braz Mendes, responsável pelo julgamento do caso, a sentença é inédita no país. Nas decisões anteriores, apenas um dos parceiros homossexuais movia a ação, e não ambos, como ocorreu em Recife. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:black;"  &gt;"A Constituição diz que não pode haver discriminação de sexo, cor, raça nem qualquer outro meio. E o ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente] afirma que é dever do Estado e de todos proteger integralmente a criança", diz Mendes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:black;"  &gt;O juiz esclarece que não há lei que proíba a adoção por pessoas do mesmo sexo. "Existe uma lacuna, e a lacuna não impede o exercício do direito." &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:black;"  &gt;Para ele, o importante é que os adotantes sejam capazes de cuidar das crianças, independente do gênero e da opção sexual. "Minha decisão, nesse caso, surgiu como certeza de que isso era o melhor para as crianças", diz. "Não estou reconhecendo a união civil dessas duas pessoas, estou dizendo que elas constituem uma família afetiva capaz de exercer o poder familiar, dar guarda, sustento e educação." &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:black;"  &gt;O Ministério Público de Pernambuco não irá recorrer. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Processo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:black;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:black;"  &gt;Os nomes dos novos pais não foram divulgados, mas se sabe que o casal já havia tentado adotar duas crianças em Natal anteriormente, sem sucesso. Como não pretendiam mover ações individuais, procuraram o Juizado de Recife, onde passaram por avaliação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:black;"  &gt;Com o parecer psicológico favorável em mãos, a dupla fez o cadastro e, em poucos meses, recebeu a proposta para a adoção das duas irmãs. As meninas foram abandonadas pela família biológica e, atualmente, viviam em um abrigo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:black;"  &gt;Levadas a Natal, as duas irmãs passaram um ano com os novos pais, em um período de convivência familiar, com o acompanhamento pela Justiça. Para casais heterossexuais, o intervalo de tempo médio de observação é de dois meses. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:black;"  &gt;"Nesse período ficou comprovado que eles possuíam todas as condições de uma família afetiva", diz. "Se a família é capaz de guardar, sustentar e educar, isso representa proteção e, para a Justiça, é o que interessa."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SPFG-3NJ_ZI/AAAAAAAAADQ/cTellaQYMd4/s1600-h/gay+family.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SPFG-3NJ_ZI/AAAAAAAAADQ/cTellaQYMd4/s400/gay+family.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256060285903043986" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SPFH_fjQhkI/AAAAAAAAADo/ptIc3yGXKmE/s1600-h/our-family-at-the-party-2-f.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SPFH_fjQhkI/AAAAAAAAADo/ptIc3yGXKmE/s320/our-family-at-the-party-2-f.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256061396244792898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-6405265953387148373?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/6405265953387148373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=6405265953387148373' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/6405265953387148373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/6405265953387148373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2008/10/um-passo-rumo-igualdade.html' title='Um passo rumo à igualdade!'/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SPFG-3NJ_ZI/AAAAAAAAADQ/cTellaQYMd4/s72-c/gay+family.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247.post-3360534640319005363</id><published>2008-10-11T17:07:00.000-07:00</published><updated>2008-10-11T17:28:34.634-07:00</updated><title type='text'>Livros infantis</title><content type='html'>&lt;h3 style="text-align: center;"&gt;Livros infantis&lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://www.bbc.co.uk/home/i/&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;          Livros infantis pouco convencionais estão causando debate na Suécia, desafiando os conceitos tradicionais de família e os papéis normalmente atribuídos a meninos e meninas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos livros de duas editoras suecas, meninos usam sandálias cor-de-rosa, meninas querem ser bombeiros e cientistas quando crescerem, e papai não é necessariamente quem sai para trabalhar enquanto a mamãe fica em casa cuidando do jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nosso objetivo é dar às crianças a liberdade de criar sua própria identidade, sem padrões pré-concebidos e sem preconceitos de sexo, raça e sexualidade", disse à BBC Brasil a escritora Karin Salmson, co-fundadora da editora Vilda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro Magic, Cilla&amp;amp;Baby, de Eva Lundgren, por exemplo, o menino Kasper é ruim de bola e o garoto Olle gosta de maquiagem, enquanto a menina Inger é famosa por seus gols de placa no hóquei e a amiga Ellinor passa os dias tocando guitarra elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Sandaler (Sandálias), o personagem Imannuel é um menino que adora seus sapatos cor-de-rosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestas novas coleções infantis, as crianças também podem ter dois pais ou duas mães - casais do mesmo sexo aparecem em vários livros -, ou ser filhos de mães solteiras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-3360534640319005363?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/3360534640319005363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=3360534640319005363' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/3360534640319005363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/3360534640319005363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2008/10/livros-infantis.html' title='Livros infantis'/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247.post-1426397745449100208</id><published>2008-10-11T12:42:00.000-07:00</published><updated>2008-10-11T17:30:01.587-07:00</updated><title type='text'>Publicado em 10/10/2008 na Gazeta do Povo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center; color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:22;"&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:180%;"  &gt;Como evitar os riscos na Internet&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);font-size:100%;" &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);font-size:78%;" &gt;Adriana Czelusniak&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase;font-size:7;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;p&gt;&lt;tadmidia src="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/190587"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tadmidia&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;tadmidia src="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/190587"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Imagem retirada do site:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/tadmidia&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;tadmidia src="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/190587"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://morganifernandes.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/tadmidia&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SPEGK0gD6DI/AAAAAAAAADA/r3ur33D147Y/s1600-h/sem+t%C3%ADtulo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SPEGK0gD6DI/AAAAAAAAADA/r3ur33D147Y/s400/sem+t%C3%ADtulo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255989023079655474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;tadmidia src="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/190587"&gt;Entre os crimes que envolvem crianças e jovens estão aqueles contra a honra, distorção de imagens e incitação à violência. No entanto, ameaças consideradas mais graves como pedofilia, tráfico de seres h&lt;/tadmidia&gt;&lt;tadmidia src="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/190587"&gt;umanos e de órgãos e seqüestro também ameaçam o público infantil. Segundo o delegado Demetrius Gonzaga de Oliveira, chefe do Núcleo de Combate ao Cibercrime da Polícia Civil do Paraná, a inocência das crianças facilita o crime, pois elas caem em armadilhas, pondo a si mesmas e a toda a família em perigo. “É preciso acab&lt;/tadmidia&gt;&lt;tadmidia src="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/190587"&gt;ar com essa falsa noção de segurança”, alerta. “Os pais devem deixar de acreditar que um jovem sozinho no quarto, navegando na internet, está fora de perigo. Os riscos existem e são inúmeros.”&lt;/tadmidia&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;script type="text/javascript"&gt;   ultima = 0&lt;/script&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;Um dos crimes mais comuns hoje é aquele em que uma pessoa se faz passar por agenciador de modelos e incentiva crianças a tirar a roupa em frente à câmera ou enviar fotos sensuais. “Isso pode levar à publicação de fotos e vídeos que são compartilhados entre pedófilos”, conta o delegado. Além da colocação do computador em lugares de grande circulação e do cuidado com o uso de câmeras, o delegado aponta o diálogo como importante passo para proteger as crianças na rede. Aprender a usar a internet e sites de relacionamento e de bate-papo também é fundamental para os pais, que podem intensificar a vigilância, programando as ferramentas de bate-papo para que as conversas sejam salvas automaticamente e acompanhando com freqüência o histórico das páginas visitadas pelos filhos.&lt;/span&gt;&lt;p  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para a psicóloga Lídia Weber, pós-doutora em Psicologia da Família e professora da UFPR, as palavras-chave são supervisão e monitoramento. “A internet é viciante e a única maneira de proteger as crianças é limitar o acesso e acompanhá-las durante o uso. Não se deve proibir, mas estar junto”, afirma. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ao presenciar alguma tentativa de crime pela internet, a denúncia pode ser feita ao site www.safernet.org.br, ou em qualquer delegacia. “É preciso salvar e levar todas as informações possíveis impressas para que a investigação e identificação do responsável seja feita”, afirma o delegado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SPEHKHMC8YI/AAAAAAAAADI/9cbQKIPGhI0/s1600-h/bebes_computador.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SPEHKHMC8YI/AAAAAAAAADI/9cbQKIPGhI0/s400/bebes_computador.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255990110427738498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Imagem retirada do site:&lt;br /&gt;http://borboletasaoluar.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-1426397745449100208?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/1426397745449100208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=1426397745449100208' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/1426397745449100208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/1426397745449100208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2008/10/publicado-em-10102008-na-gazeta-do-povo.html' title='Publicado em 10/10/2008 na Gazeta do Povo'/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SPEGK0gD6DI/AAAAAAAAADA/r3ur33D147Y/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2514756920809728247.post-2506231348291590440</id><published>2008-10-09T09:26:00.000-07:00</published><updated>2008-10-09T16:11:51.234-07:00</updated><title type='text'>Primeiro post</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO6FEKvVLoI/AAAAAAAAACg/1MMRKmKNe8o/s1600-h/bfskinner.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO6FEKvVLoI/AAAAAAAAACg/1MMRKmKNe8o/s320/bfskinner.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255284121836793474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;No Núcleo de Análise do Comportamento da Universidade Federal do Paraná são realizadas diferentes atividades de pesquisa e extensão que fornecem, aos alunos, significativa experiência prática para a profissão da psicologia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Além da contribuição para a formação acadêmica dos alunos de psicologia, o NAC tem apresentado grande importância social no sentido de retratar a função da universidade pública de levar conhecimento científico para a sociedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;As atividades realizadas pelo NAC são:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol style="margin-top: 0cm; font-weight: bold;" start="1" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;Estilos      e práticas parentais&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Esta linha de pesquisa tem o objetivo de compreender como se desenvolvem os estilos parentais e as diferentes práticas educativas parentais que têm relação com características de crianças e adolescentes. Caracteriza-se também pela criação, adaptação e validação de instrumentos de avaliação psicológica para crianças, adolescentes e relações familiares, tanto em situação padrão como em populações que vivem em situações adversas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol style="margin-top: 0cm; font-weight: bold;" start="2" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;Família      por adoção&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Esta linha desenvolve pesquisas que têm o objetivo de descrever, compreender, analisar e traçar estratégias para o melhor desenvolvimento social e familiar de famílias adotivas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol style="margin-top: 0cm; font-weight: bold;" start="3" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;Desenvolvimento      da criança e do adolescente em situações adversas&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Esta linha de pesquisa desenvolve estudos que buscam descrever e desenvolver novos conhecimentos teóricos e metodológicos sobre grupos crianças e adolescentes que vivem em situações de risco, especialmente aquelas que vivem &lt;st1:personname productid="em abrigos. Tem" st="on"&gt;em abrigos. Tem&lt;/st1:personname&gt; objetivo de aplicar conhecimentos da psicologia do desenvolvimento e da análise do comportamento para intervenção nessas comunidades e propiciar melhor qualidade&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;de vida para essas crianças e adolescentes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol style="margin-top: 0cm; font-weight: bold;" start="4" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;Desenvolvimento      de Habilidades Sociais&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Desenvolver técnicas e realizar intervenções com o objetivo de delinear métodos para desenvolvimento de Habilidades Sociais em crianças, adolescentes e adultos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol style="margin-top: 0cm; font-weight: bold;" start="5" type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;Relacionamentos      Amorosos&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Investigar diferentes aspectos de relacionamentos amorosos românticos, criar e validar escalas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div  style="text-align: center;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para pensar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-3bfbee9305bf04c6" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D3bfbee9305bf04c6%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1333217564%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D41D65B06C21ABA8E6D944F55499E83F789A4BB14.5DD9BAFB7490AFDFA99074FECEA43B3080913A35%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3bfbee9305bf04c6%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DZUdPdw2A2l4zcg4VeVCYAzltqg8&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D3bfbee9305bf04c6%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1333217564%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D41D65B06C21ABA8E6D944F55499E83F789A4BB14.5DD9BAFB7490AFDFA99074FECEA43B3080913A35%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3bfbee9305bf04c6%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DZUdPdw2A2l4zcg4VeVCYAzltqg8&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2514756920809728247-2506231348291590440?l=nacufpr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=3bfbee9305bf04c6&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nacufpr.blogspot.com/feeds/2506231348291590440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2514756920809728247&amp;postID=2506231348291590440' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/2506231348291590440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2514756920809728247/posts/default/2506231348291590440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nacufpr.blogspot.com/2008/10/primeiro-post.html' title='Primeiro post'/><author><name>NAC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05920835090330125078</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='6' src='http://1.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO42_6GJQYI/AAAAAAAAABk/LXumTtCKyuI/S220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_LK0o0xAwFg8/SO6FEKvVLoI/AAAAAAAAACg/1MMRKmKNe8o/s72-c/bfskinner.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
